terça-feira, 6 de março de 2012

O "não'" de eloá

O nao de_eloa
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O LAÇO E O ABRAÇO

Meu Deus! Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas.

É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de
braço.

Evangelho dia 06 de Março

Jesus censura os escribas e os fariseus, homens responsáveis pelo ensino da Escritura e da Lei, porque eram hipócritas. Arrogavam-se  “mestres” tal como Moisés para impor medidas pesadas aos outros, mas eles não as cumpriam. Fingiam ser bons cumpridores da Lei e, para tal, metiam algumas palavras essenciais dessa Lei em pequenos estojos e os colocavam no braço esquerdo ou na fronte – as chamadas “filactérias” -, alargavam as pontas dos mantos que colocavam sobre os ombros para fazer oração; as bordas eram muito compridas por vaidade.

domingo, 4 de março de 2012

Evangelho do II Domingo da Quaresma

A futura glória
No primeiro Domingo da Quaresma considerámos a luta de Jesus com o tentador, no deserto. Essa página bíblica recorda-nos que Cristo combateu, recusando aproveitar-se da sua condição divina. Jesus humilde, discreto, pobre, passando fome, tentado como um homem qualquer. Hoje contemplamos a sua divindade oculta pela sua humanidade. Nos Evangelhos este episódio aparece numa altura em que Jesus se aproxima do fim da sua missão. No princípio, grandes multidões O seguiam, mas agora Jesus começa a exigir uma verdadeira fé. Ele é o Messias. As obras que realiza revelam o seu poder divino, mas Ele não é o Libertador glorioso e triunfalista. Ele identifica-se com Servo sofredor de que fala Isaías. As autoridades judaicas recusam-no, armam-lhe ciladas e querem dar-lhe a morte. Jesus afasta-se da Judeia, dedica-se à formação dos Apóstolos. Depois da profissão de fé feita por Pedro, Jesus fala abertamente da sua morte em Jerusalém (Mat 16,21). Pedro rejeita este plano, mas Jesus está determinado e fala da Ressurreição e da glória, que virá após a morte de Cruz. «Vereis o Filho do Homem com os seus Anjos na Glória do Pai!» (Mat 16, 27-28). Seis dias depois dá-se este maravilhoso episódio da Transfiguração. A presença de Moisés e Elias, a nuvem luminosa, a voz do Pai, o rosto de Jesus transfigurado, todo este cenário de manifestação gloriosa ensinará os discípulos que é pelo trabalho que se chega ao descanso, pela luta que se chega à vitória, pela morte que se chega à ressurreição. É morrendo que se ressuscita para a vida eterna!
Jesus tomou consigo Pedro Tiago e João

sábado, 3 de março de 2012

Evangelho do dia 03 de Março, 2012


mor você considera perfeito?

Postado por: homilia

março 3rd, 2012
“Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame os seus amigos e odeie os seus inimigos’. Mas eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que o perseguem, para que vocês se tornem filhos do Pai de vocês, que está no céu”, nestas palavras de Jesus está a perfeição do amor.
Jesus,  hoje, nos exorta, longamente, para que respondamos ao ódio com amor. Este texto nos ajuda a compreender que Mateus vê,  no amor aos adversários, a característica específica dos discípulos de Cristo.
As palavras de Jesus indicam duas maneiras de viver:

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Armas contra marketeiros


 






"Tudo depende de como vemos as coisas e não de como elas são. " 
Carl Jung

3 DICAS:

Um editor de notícias da CBS nos brinda com essas preciosas dicas sobre como lidar com as agressões de marketing, que nos bombardeiam todos os dias.

1) Um método que realmente funciona: Ao receber uma chamada de telemarketing oferecendo qualquer coisa, diga apenas:
- "Por favor, aguarde um momento..."

Lc 11, 29-32



No tempo da Quaresma, a Igreja nos convida a viver em oração, penitência e caridade. Hoje, Jesus vem nos ensinar como realizar um destes três pilares: a oração.
Este tempo é bastante propício para reiniciarmos ou darmos continuidade às nossas orações, entretanto, elas não precisam ser proferidas em muitas e belas palavras. Não importa quantas e quais palavras utilizemos em nossas orações, Jesus nos garante no Evangelho: “Vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais”. Por isso, a forma mais simples e humilde de orar é com o “Pai Nosso”.
Todos conhecemos a oração do “Pai Nosso”, mas por conhecê-la muito bem, às vezes, oramos sem meditar sobre o que estamos falando. Esta oração é muito bonita e forte, mas de nada nos serve se for vazia de sentimento. Penso que este é o principal ponto da oração, ela deve sair do coração, não importando se é apenas uma frase: “meu Deus, eu O amo, tenha piedade de mim”.
Jesus nos ensina a rezar. Ele diz que não precisamos usar palavras bonitas ou difíceis, pois o Pai já sabe do que precisamos muito antes de abrirmos a boca para Lhe pedir.
Então, a nossa oração serve mais para nós do que para Deus? Veja que interessante: quando oramos ao Senhor, estamos lembrando a nós mesmos de que é Ele quem está no comando das nossas vidas. E é com essa segurança que “voamos” cada vez mais alto e “saltamos” cada vez mais longe, pois sabemos que Ele não vai nos desamparar.
Na oração do “Pai Nosso” também pedimos o alimento de cada dia e o perdão das nossas ofensas. Mas isso é algo do qual Deus só pode participar parcialmente, pois precisamos fazer a nossa parte, ou seja, para podermos comer, precisamos trabalhar, certo? Ou, pelo menos, alguém precisa.
Por último, o Evangelho nos faz refletir sobre o perdão: “De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes”.
O texto nos remete a uma passagem de Mateus 18,23-35 que se aplica muito bem a esses dois versículos. Na parábola, Jesus compara o Reino ao rei que perdoa a enorme dívida do seu servo, mas este, ao sair da vista do patrão, agarra e sufoca um de seus devedores, não lhe perdoando uma pequena dívida. Então, este empregado que foi perdoado, mas não perdoou, deverá prestar contas ao rei por sua maldade. Para poder ser perdoado, é preciso perdoar.
Quando fazemos a oração do “Pai Nosso”, temos a oportunidade de nos lembrar de que para poder corresponder a todos esses dons do nosso Pai do Céu precisamos sair do nosso comodismo, trabalhar e perdoar a quem nos ofendeu; assim, nos libertarmos de uma prisão que teimamos em construir em torno de nós mesmos.
Meus irmãos, precisamos orar, assim como precisamos respirar. Pela oração constante se estabelece com Deus profunda intimidade e, a partir dela, somos levados a moções, ou seja, situações da nossa vida que nos levam para perto do Senhor, aquilo que nos conduz a Ele, que nos faz amar mais, perdoar mais.
No entanto, quando estamos mergulhados nos “ruídos interiores”, há o ardil: situações que nos afastam de Deus e nos desvia de Seus caminhos. Mas persevere. Não desista de rezar. Prostre-se diante de Deus e Ele colocará a certeza da vitória em seu coração. Transforme esses ruídos interiores em perseverança, em oração. Abra o coração, fale com o Senhor, seja insistente na oração, esteja aberto a Sua vontade, aguarde a Providência Divina no momento certo da sua vida.
Peça ao Senhor a graça de descobrir as coisas que o abatem e não permitem que você persevere. Se necessário, chame e grite: “Pai Nosso!”.
Padre Bantu Mendonça

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Comentário ao Evangelho do dia

A homilia de hoje descreve o “Fim dos Tempos”, ou seja, o Juízo Final, um tema tão antigo e atual com o qual a humanidade inteira sempre se depara. Dando uma passagem rápida sobre que dizem as três grandes religiões monoteístas, verificamos que o tema é amplamente abordado em sua essência religiosa.
Assim, no Cristianismo, a temática está relacionada às obras de misericórdia que envolvem compromisso de amor a Deus e ao próximo, e são fundamentais para se obter a salvação. No Judaísmo, o Juízo Final está relacionado às obras de piedade presentes no Antigo Testamento; e no Islamismo, o bem ou o mal que se pratica com os irmãos são obras importantes para possuir o paraíso ou acabar no inferno.
Mateus, o evangelista que apresenta Jesus como o “Filho do Homem”, nos apresenta, hoje, um Jesus que se intitula e se declara realmente Rei e Juiz da história da humanidade. Estamos diante do que São Paulo nos diz sobre o triunfo de Cristo, a vitória do bem sobre o mal, da vida sobre a morte, pois “Ele é o poder de Deus e a Sua sabedoria” (1Cor 1,24).