quarta-feira, 31 de outubro de 2012

JESUS É DEUS? - 08


Jesus é Deus?

Benefício

Muitas pessoas mentiram em prol de ganhos pessoais. De fato, a motivação da maioria das mentiras é o benefício que as pessoas veem nelas. O que Jesus poderia querer ganhar ao mentir sobre sua identidade? A resposta mais óbvia seria o poder. Se as pessoas acreditassem que ele era Deus, ele teria um poder imenso (é por isso que muitos líderes antigos, como os imperadores romanos, afirmavam ser de origem divina).
O problema dessa explicação é que Jesus evitava qualquer tentativa de ser colocado no poder, em vez de castigar aqueles que abusam de tal poder e vivem suas vidas em busca dele. Além disso, ele estendia suas mãos para os rejeitados (prostitutas e leprosos), aqueles sem poder, criando uma rede de pessoas cuja influência era menor do que zero. De uma maneira que só pode ser descrita como bizarra, tudo aquilo que Jesus fez e disse ia em direção complemente oposta ao poder.
Se a motivação de Jesus era o poder, ele aparentemente teria evitado a cruz a todo custo. Ainda assim, em diversas ocasiões, ele disse a seus discípulos que a cruz era seu destino e sua missão. Como morrer em uma cruz romana poderia conceder poder a alguém?
A morte, obviamente, trás a devida atenção a qualquer coisa. E enquanto muitos mártires morreram em prol das causas que acreditavam, poucos estiverem dispostos a morrer por mentiras conhecidas. Com certeza todas as esperanças de ganhos pessoais de Jesus teriam acabado na cruz. Ainda assim, até seu último suspiro, ele não abriu mão de afirmar que era o único Filho de Deus. O estudioso do Novo Testamente, J. I. Packer, aponta que este título expressa a divindade pessoal de Jesus.[22]

AS RECLAMAÇÕES DO BRASILEIRO



Para refletir....É SEMPRE BOM PENSAR UM POUCO
  Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci?  do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos politicos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? dos mais 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro reclama de quê?

O Brasileiro é assim:

A- Coloca nome em trabalho que não fez.

B- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.
C- Paga para alguém fazer seus trabalhos.1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

REFLEXÕES


PENSAMENTO DO DIA 

[ Reflexões extraídas de Comece o dia Feliz, opúsculo escrito por J. S. Nobre. Paulinas].

         Você já se deteve em pensar como é importante a reflexão sobre qualquer face da          VERDADE, ao seu primeiro contato com o dia que Deus lhe concede  viver?
         Logo ao se levantar, fixe-se numa idéia digerindo-a intelectualmente, pousando o s eu espírito sobre ela, extraindo lições com as quais se prepare para o novo dia de sua luta.
         Faça isso habitualmente, todas as manhãs, antes de começar o seu trabalho.
         Depois, vá à janela, olhe o dia que nasce para você, olhe a vida ao seu redor, respire fundo e louve ao seu Criador.

Salim vai ao banco, fazer um empréstimo


TURCO NO BANCO... 
 
O turco Salim chega ao banco e fala para o gerente:
 
- Eu quer fazê uma embréstimo!
 
Surpresoo gerente pergunta para Salim:
 
- Você Salim querendo um empréstimo? De quanto?
 
- Uma real.
 
- Um real? Ahisso eu mesmo te dou.
 
- Nãonão! Eu querer embrestado da banco mesmo! Uma real!
 
- Bemsão 12% de jurospara 30 dias...
 
- Zem broblema! Vai dar uma real e doze zentavos. Onde eu assina?
 
- Um momentoSalim. O banco precisa de uma garantia. Sabe como ésão as normas.
 
- Bode begar meu Mercedes zerinhaque tá aí fora e deixá guardado no garagem da bancoaté eu bagar a embréstimo. Tá bom azim?
 
- Feito!
 
Chegando em casaSalim diz para Jamile:
 
- Brontonóis já bode viajar bra Turquia zem breogubazon. Conzegui dexar a Mercedes num garagem do Banco do Brasil bor 30 diase eu só vai bagar doze zentavos de estacionamento.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

JESUS É DEUS? - 07


Jesus é Deus?

Benefício

Muitas pessoas mentiram em prol de ganhos pessoais. De fato, a motivação da maioria das mentiras é o benefício que as pessoas veem nelas. O que Jesus poderia querer ganhar ao mentir sobre sua identidade? A resposta mais óbvia seria o poder. Se as pessoas acreditassem que ele era Deus, ele teria um poder imenso (é por isso que muitos líderes antigos, como os imperadores romanos, afirmavam ser de origem divina).
O problema dessa explicação é que Jesus evitava qualquer tentativa de ser colocado no poder, em vez de castigar aqueles que abusam de tal poder e vivem suas vidas em busca dele. Além disso, ele estendia suas mãos para os rejeitados (prostitutas e leprosos), aqueles sem poder, criando uma rede de pessoas cuja influência era menor do que zero. De uma maneira que só pode ser descrita como bizarra, tudo aquilo que Jesus fez e disse ia em direção complemente oposta ao poder.
Se a motivação de Jesus era o poder, ele aparentemente teria evitado a cruz a todo custo. Ainda assim, em diversas ocasiões, ele disse a seus discípulos que a cruz era seu destino e sua missão. Como morrer em uma cruz romana poderia conceder poder a alguém?
A morte, obviamente, trás a devida atenção a qualquer coisa. E enquanto muitos mártires morreram em prol das causas que acreditavam, poucos estiverem dispostos a morrer por mentiras conhecidas. Com certeza todas as esperanças de ganhos pessoais de Jesus teriam acabado na cruz. Ainda assim, até seu último suspiro, ele não abriu mão de afirmar que era o único Filho de Deus. O estudioso do Novo Testamente, J. I. Packer, aponta que este título expressa a divindade pessoal de Jesus.[22]

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

JESUS CRISTO É DEUS? - 03


Jesus é Deus?
Grande líder religioso?
Surpreendentemente, Jesus jamais afirmou ser um líder religioso. Ele nunca se envolveu com políticas religiosas ou promoveu agressivamente suas causas, além de atuar quase sempre fora de locais religiosos.
Ao comparar Jesus com outros grandes líderes religiosos, uma notável distinção aparece. Ravi Zacharias, que cresceu na cultura hindu, estudou religiões do mundo todo e notou uma diferença fundamental entre Jesus Cristo e os criadores de outras grandes religiões.
“Em todos esses, existe uma instrução, um modo de viver. Não é Zaratustra quem você consulta, é Zaratustra quem você escuta. Não é Buda que o liberta, são as Nobres Verdades que o instruem. Não é Maomé que o transforma, é a beleza do Corão que o lisonjeia. No entanto, Jesus são somente ensinou ou expôs sua mensagem. Ele era a sua própria mensagem”.[5]
A verdade na afirmação de Zacharias é ressaltada pelas diversas vezes nos Evangelhos em que os ensinamentos de Jesus foram simplesmente “Venha a mim”, “Siga-me” ou “Obedeça-me”. Além disso, Jesus deixou claro que sua principal missão era perdoar os pecados, algo que somente Deus poderia fazer.
Em As maiores religiões do mundo, Huston Smith apontou: “Somente duas pessoas surpreenderam tanto seus contemporâneos a ponto de provocarem a pergunta ‘O que é ele?’ em vez de ‘Quem é ele?’. Essas duas pessoas foram Jesus e Buda. As respostas de Jesus e Buda para essa pergunta foram exatamente opostas. Buda disse claramente que ele era um simples mortal, e não um deus, quase que como se estivesse prevendo futuras tentativas de adoração. Jesus, por outro lado, afirmou… ser divino.”[6]
E isso nos leva à questão do que Jesus realmente afirmou sobre si mesmo: Jesus afirmou ser divino?

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

VOTO NULO OU EM BRANCO


É nulo votar em branco ou nulo
Muitos eleitores escolheram o voto nulo ou em branco para protestar

Quase dez milhões de eleitores votaram em branco ou nulo no último pleito. Será que todos os eleitores têm consciência das vantagens ou desvantagens de se votar assim, em branco ou anulando o seu voto? Ninguém sabe. O fato é que na última eleição quando se deveria escolher um presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais, 9.603.594 eleitores optaram por essa saída. Não votaram nos fulanos, nos sicranos e nos beltranos. O site do Tribunal Superior Eleitoral indica que  foram 3.479.340 (3,13%) de votos em branco e 6.124.254 (5,51%) de votos nulos, totalizando 9.603.594.
Muito provavelmente existem dúvidas entre a população sobre o significado e a diferença entre esses votos. O voto em branco não vai para ninguém, nem se pode dizer que seja um voto de indiferença sobre os candidatos que se apresentam. Ele só serve para fins estatísticos, conforme a lei nº 9.504. Não é considerado válido desde 1997, mas foi mantido entre a transição da votação com cédulas de papel e o uso da urna eletrônica. Ele é representado pela tecla “branco”.
O voto nulo também não é um voto válido. Durante uma época surgiu a polêmica em torno do voto nulo por causa da palavra nulidade contida e definida num artigo da lei nº 4.737/65. As pessoas pensavam que, se mais de 50% dos votos fossem nulos, haveria uma outra eleição. No entanto, o artigo já referido explica claramente: “[…] se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do estado nas eleições federais e estaduais, ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações, e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias”. Só que a nulidade referida, diz respeito só a votos que tenham sido submetidos a algum tipo de fraude.
Para anular o voto basta digitar um número que não é correspondente a nenhum candidato ou partido oficialmente registrado.
Tanto o voto em branco quanto o nulo servem apenas para fins estatísticos. São opções que a democracia brasileira oferece ao povo para ele poder ter uma posição contrária ao que é apresentado. Thiago Ferrari Magri


JESUS CRISTO - 01


Em ambos os Blogs colocaremos uma série de artigos de estudiosos sobre JESUS CRISTO

Jesus é Deus?
Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

A DESERTIFICAÇÃO DA FÉ


"A desertificação da fé é o vazio que se difundiu"
Aberto em Palestrina, Itália, o ano da fé diocesano
Por Paulo Schiavella
PALESTRINA, segunda-feira, 22 de outubro de 2012 (ZENIT.org) - O Ano da Fé proclamado pelo Papa Bento XVI foi aberto oficialmente nesta diocese italiana, na noite de sábado, 13 de outubro, na  Catedral de Sant'Agapito com uma solene e animada celebração solene presidida pelo bispo de Palestrina, Mons. Domenico Sigalini, e por muitos dos fiéis de toda a diocese.
"Estamos reunidos na Igreja Matriz de nossa diocese - anunciou o leitor na introdução - para viver uma solene Vigília de Oração pela abertura do Ano da Fé, anunciado pelo Papa Bento XVI”.
"Nesta Vigília com sabor não propriamente litúrgico – comentou o mesmo leitor – nos deixaremos guiar por alguns sinais que desejamos viver para reviver no nosso coração o dom preciosíssimo da Fé”.

A busca de Deus


A busca de Deus em todos os acontecimentos de cada dia
Sínodo dos Bispos: palavras de Ewa Kusz, ex-presidente da Conferência Mundial dos Institutos Seculares
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 22 de outubro de 2012 (ZENIT.org) – Os padres sinodais ouviram na última sexta-feira, 19, o pronunciamento da doutora Ewa Kusz, ex-presidente da Conferência Mundial dos Institutos Seculares. Reproduzimos abaixo as suas palavras.
* * *
A minha vocação, como a dos outros membros dos institutos seculares, nos reenvia ao mundo como o lugar onde vivemos a nossa vocação em toda a sua riqueza, em todas as suas dificuldades, na sua dramaticidade e nas suas feridas. A nossa tarefa como leigos, inclusive como leigos consagrados a Deus, não é constituída por uma particular atividade pastoral ou de evangelização. A natureza da nossa vocação consiste em procurar a Deus em todos os acontecimentos de cada dia, em cada encontro com os outros. Consiste em viver o evangelho na vida cotidiana, simplesmente. Isto não pareceria muito impressionante nem eficaz para o público. Nem sequer é algo que possa ser amplificado pela mídia.