quarta-feira, 31 de julho de 2013

"O mineiro"


-“O MINEIRO


Numa estradinha, o mineiro dono de um alambique, com um fusca velho, bate na traseira de uma 

BMW novinha em folha, de um fazendeiro da região.


O dono da BMW sai do carro uma fera, em cima do mineiro, que então diz:

'Carma moço, tudo se resorve...'

- 'Resolve nada seu '&*¨%$#@*&¨&*$!!!!'...

- 'Carma...toma aqui uma pinguinha, é da minha fazenda...é da boa e o

sinhô vai si acarmá'...

O cara toma uma.

- Cê'Acarmô?

- Acalmei nada, seu #$%¨&*&¨*%$#!!!'

- Entonce toma mais uma... que vai se carmá e miorá...

E assim foi... depois de uma meia dúzia, o mineiro diz:

- 'Miorô'?... e 'Acarmô'?

- 'Sim... agora sim!'

- 'Intão agora nóis vamu sentá aqui... chamá a puliça prá fazê o tar di bafômetro i vê quem tá 

errado'!!!”...

(Autor desconhecido)

Também somos turistas.


PARE E PENSE NISSO.

Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo
no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito
simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
E onde estão os seus...?
Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
Mas estou aqui só de passagem!

Eu também... - concluiu o sábio.

"A vida na Terra é somente uma passagem...
No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui

eternamente e esquecem-se
de ser felizes."

NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL...

SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA.

ORAÇÃO


Oração
Senhor, obrigado por queres habitar no meio de nós, por quereres ficar connosco na Eucaristia. Na verdade, Tu és um Deus próximo, um Deus amigo. Ninguém tem tão próximo de si o seu deus, como nós temos próximo de nós o nosso Deus. Que a tua Presença nos torne presentes a Ti, para Te ouvirmos, Te falarmos, para sermos iluminados. Assim poderemos tornar-nos significativos para a Igreja e para o mundo, que precisam de pessoas competentes em diversas áreas do saber e da técnica, mas precisam principalmente de profetas em cujos rostos resplandeça a tua glória. Tu estás connosco! Que estejamos contigo, e sejamos iluminados! Amém.

Liturgia a quarta-feira.

Portal dos Dehonianos

PAPA FRANCISCO


O que o Papa Francisco trouxe até agora de novo

26/07/2013

          É arriscado fazer um balanço do pontificado de Francisco pois o tempo decorrido não é suficiente para termos uma visão de conjunto. Numa espécie de leitura de cego que capta apenas os pontos relevantes, poderíamos elencar  alguns pontos.

1.Do inverno ecclesial à primavera: saimos de dois pontificados que se caracterizaram pela volta à grande disciplina e pelo controle das doutrinas. Tal estratégia criou uma espécie de inverno que congelou muitas iniciativas. Com o Papa Francisco, vindo de fora da velha cristandade européia, do Terceiro Mundo, trouxe esperança, alívio, alegria de viver e pensar a fé crista. A Igreja voltou a ser um lar espiritual.

       

terça-feira, 30 de julho de 2013

Igreja e Religião



IGREJA E RELIGIÃO


Leonardo Boff refaz suas contas com a história (e erra)
O magistério de Bergoglio não reabilita a Teologia da Libertação: ele é muito mais revolucionário
Por Alfonso M. Bruno
RIO DE JANEIRO, 29 de Julho de 2013 (Zenit.org) - O ex-frade franciscano Leonardo Boff, depois de pendurar a batina por causa da condenação das suas teorias pela Congregação da Doutrina da Fé (evidentemente, a regra do centralismo é aceita nos partidos comunistas, mas não na Igreja...), reencontra a honra das manchetes europeias em entrevista concedida a Andrea Tornielli para o jornalLa Stampa, de Turim, em 25 de julho.
O ex-religioso brasileiro retorna do esquecimento em que tinha caído depois que saíram de moda tanto a atração pelos pensamentos exóticos de matriz terceiro-mundista quanto a vigência da ortodoxia marxista-leninista, que, após a queda do muro de Berlim, sobrevive apenas na serra tropical de Cuba.
Leonardo Boff retorna fazendo elogios a ninguém menos que o papa. É uma alegria vê-lo reconciliado com a Igreja, mas parece pouco honesta, do ponto de vista intelectual, a sua tentativa desajeitada de contrabandear alguns aspectos do magistério de Bergoglio para as vizinhanças da teologia da libertação.
O erro do ex-frade, que, dada a sua formação acadêmica, dificilmente foi cometido com boa fé, pressupõe a remoção de um elemento central do ensinamento do papa, que consiste no constante apelo à responsabilidade ética individual de cada pessoa. Isto não significa, é claro, negar a existência e a gravidade do pecado social, que o bispo de Roma está fustigando com grande vigor (embora, para sermos honestos, nenhum dos seus antecessores tenha jamais deixado de fazê-lo também).
A linha divisória entre Boff e Bergoglio é a pretensão, compartilhada por todos os "teólogos da libertação", de considerar irrelevante o pecado individual, justificando-o com a injustiça das condições históricas em que ele foi cometido.
O atual papa se posiciona em uma perspectiva exatamente oposta: ao convidar os jovens a se rebelarem contra a injustiça, ele o faz a partir de um exame da consciência de cada indivíduo.
O pecado social, portanto, se qualifica como o resultado de inúmeras culpas individuais, nas quais incorre qualquer um que se recusa a assumir as suas responsabilidades para com a sociedade humana.
De acordo com Boff e com os seus colegas, deve-se, em vez disto, prosseguir na direção oposta: a teologia moral se limitaria à análise das condições sociais que, na opinião deles, coagem sempre e necessariamente as escolhas pessoais.
Se por um lado eles podem não aceitar o marxismo na sua pretensão de reduzir toda a realidade à dimensão material, eles acabam, por outro lado, aderindo às suas consequências, ao acreditarem que o bem consiste na mudança revolucionária da estrutura econômica e o mal na sua preservação. Seria moralmente correto, desta forma, somente o compromisso revolucionário de cada um, independentemente do seu comportamento individual: acaba-se caindo, assim, num maquiavelismo barato.
A negação da esfera espiritual, uma negação que é própria do marxismo, determina sempre a abolição de toda distinção moral.
Diante disto, as religiões, todas as religiões, acomunadas no desprezo pelo chamado "ópio do povo", concordaram em restabelecer a verdade, reconduzindo para dentro do homem o conflito em que a humanidade se debate; ou seja, reconduzindo-o para a sua consciência.
Com esta base, e não com base na cansada repetição das fórmulas marxistas que Leonardo Boff e Fidel Castro ainda intercambiam nos seus diálogos senis, é que podemos realizar a revolução que o mundo oprimido pela injustiça está esperando.
Bergoglio convidou os jovens de todo o mundo, no Rio de Janeiro, a se revoltarem contra a injustiça: este apelo, sem tirar nada do seu significado espiritual, produzirá certamente o retorno ao compromisso de uma geração que parecia irremediavelmente afastada dele.
Em apenas um ponto Boff tem razão: quando diz que a devoção popular a que o papa se vincula não é "pietismo", mas "preserva a identidade do povo" contra a homologação forçada a que somos condenados pela especulação.
Esta, juntamente com a mobilização das consciências, constitui o outro recurso de quem não aceita a injustiça do atual status quo: a libertação dos povos passa pela plena reapropriação da sua identidade; quem não se reconhece numa comunidade não pode exercitar a auto-determinação.
Mesmo aqui, no entanto, não se pode esquecer que o marxismo foi uma tentativa de homologação forçada, que se manifestou também, mas não apenas, na perseguição antirreligiosa.
As palavras de Boff ainda representam a evidência do poder de convencimento próprio do magistério de Bergoglio: longa vida, pois, ao bispo de Roma!

JMJ Rio, 2013.


Números da JMJ Rio 2013 superaram as expectativas
COL divulga os resultados alcançados pela Jornada Mundial da Juventude no Rio
Por Redacao
RIO DE JANEIRO, 30 de Julho de 2013 (Zenit.org) - Durante uma coletiva de imprensa realizada nesta terça feira, 30 de julho, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta e presidente do Comitê Organizador Local da JMJ Rio 2013 avaliou o evento e apresentou os resultados que “superaram as expectativas”.
Conforme notícia publicada no site oficial da JMJ Rio 2013 os números são:
O público presente na  Missa de Envio chegou a 3,7 milhões de pessoas, seis vezes maior que o número de presentes ao primeiro Ato Central, a Missa de Abertura (600 mil). O impacto econômico foi expressivo. Os visitantes desembolsaram R$ 1,8 bilhões, segundo números do Ministério do Turismo.  Os dados foram divulgados em coletiva à imprensa nesta terça-feira, 30.
No total, mais de 3,5 milhões de pessoas participaram da JMJ Rio2013, que contou com eventos em Copacabana, Quinta da Boa Vista, Rio Centro e em diversas paróquias da cidade. A cerimônia de acolhida do Santo Padre, na quinta-feira, 25, reuniu 1,2 milhões de pessoas em Copacabana, enquanto a Via-Sacra chegou a 2 milhões na sexta-feira, 26. Na vigília, cerca de 3,5 milhões de jovens estiveram na praia de Copacabana.
Foram 427 mil inscrições, de 175 países. Peregrinos inscritos com hospedagens alcançaram 356.400, enquanto o número de vagas disponibilizadas para hospedagem em casas de família e instituições chegaram a 356,4 mil.
Perfil dos inscritos
A JMJ Rio2013 contou com uma presença massiva de latinos. Os países com o maior número de inscritos foram, respectivamente, Brasil, Argentina, Estados Unidos, Chile, Itália, Venezuela, França, Paraguai, Peru e México. Do total dos inscritos internacionais, 72,7% estiveram no Brasil pela primeira vez e 86,9% nunca haviam participado da JMJ Rio2013.
Foram mais de 70 mil downloads no site oficial da JMJ Rio2013 e mais de 200 mil acessos. O facebook recebeu mais de 1,1 milhão de curtidas e o flickr superou 10 mil downloads.
Entre os peregrinos inscritos, 55% são do sexo feminino; 60% do público tem entre 19 e 34 anos. Foram 644 Bispos inscritos, dos quais 28 são Cardeais. Além disso, foram 7814 sacerdotes inscritos e 632 diáconos. Para cobrir a JMJ Rio2013 em 57 países, foram credenciados 6,4 mil jornalistas.
O evento também contou com 264 locais de catequese, em 25 idiomas. Foram 60 mil voluntários, mais de 800 artistas participantes dos Atos Centrais. Um total de 100 confessionários foram expostos na Feira Vocacional e no Largo da Carioca e 4 milhões de hóstias produzidas, 800 mil para Missa de Envio.
A geração de lixo foi inferior a outros eventos que acontecem em Copacabana, como o Réveillon. A Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) removeu 345 toneladas de resíduos orgânicos e 45 toneladas de materiais recicláveis, durante a JMJ Rio2013. O número representa cerca de 10% a menos do registrado na noite do último Ano Novo.  

Entrevista do Papa


Papa responde com tranquilidade os jornalistas
Conferência de imprensa a bordo do avião
ROMA, 30 de Julho de 2013 (Zenit.org) - O Papa Francisco respondeu, no voo de regresso a Roma, às numerosas perguntas que ao longo de quase uma hora e meia, os 70 jornalistas a bordo, lhe dirigiram. Apresentamos a seguir alguns trechos publicados pela Rádio Vaticana. 
"Foi uma viagem bonita; espiritualmente, fez-me bem": o Papa estava visivelmente satisfeito com a experiência vivida com os jovens da JMJ no Brasil. "Encontrar as pessoas faz bem", continuou ele, "podemos sempre receber tantas coisas bonitas dos outros." E depois, uma referência às medidas de segurança que  levantaram algumas preocupações:

"Não houve nenhum acidente em todo o Rio de Janeiro, nestes dias, e tudo era espontâneo. Com menos segurança, eu pude estar com as pessoas, abraçá-las, saudá-las, sem carros blindados ... E’ a segurança de quem confia no povo. Realmente, há sempre o perigo que haja um louco ... oh, sim, que haja um louco que faça alguma coisa, mas também está o Senhor, hein? Mas, fazer um espaço de blindagem entre o bispo e o povo é uma loucura, e eu prefiro este risco".


O Papa agradeceu depois aos organizadores e operadores da informação pela preciosa colaboração dada para contar os eventos desta 28ª JMJ. “A bondade e o sofrimento do povo brasileiro”, disse-lhes, são os aspectos que particularmente o impressionaram nesta viagem:

"A bondade, o coração do povo brasileiro é grande, é verdade, é grande; mas, é um povo tão amável, um povo que gosta de festa e que, mesmo no sofrimento, encontra sempre uma maneira para procurar o bem de todos os lados. E isto faz bem: é um povo alegre, um povo que sofreu tanto!".
Uma referência indirecta, esta, à comovente visita à favela de Varginha, em contacto com a pobreza extrema e a dor de tantas famílias. E depois a maravilha do Papa Francisco, pela participação de mais de três milhões de jovens de 178 Países na Missa de encerramento do último Domingo, em Copacabana; mas também a oração, sublinhou o Papa Francisco, foi o leitmotiv desta JMJ, como no dia da visita ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida:
"Aparecida, para mim, é uma experiência religiosa forte", disse o Papa. Evidentemente, o Papa Bergoglio recorda aquilo que este lugar, assim tão caro aos brasileiros, significou para a Igreja latino-americana, depois de ter sido a sede da V Conferência do episcopado do Continente, em Maio de 2007.

SOBRE O PAI NOSSO, A ORAÇÃO DO SENHOR


Lc 11, 1-13 – O Pai Nosso: “Senhor, ensina-nos a rezar”
A Liturgia de hoje mostra-nos uma das mais importante páginas do Evangelho: o Pai Nosso.
1. Nos primeiros tempos o Pai Nosso era uma oração secreta da fé cristã, somente  apresentada aos Catecúmenos na véspera do batismo, juntamente com a explicação sobra a Eucaristia. Quem o recebia guardava as palavras como relíquia e esperava com ansiedade o  momento apos o batismo  para pronunciá-las pela primeira vez. O recém batizado, apresentado pela mãe aos demais cristãos, levantava os braços ao céu e pela primeira vez exclamava “Pai”.
Acho interessante lembrar este fato, pois de repente nós banalizamos o Pai Nosso ou o rezamos mecanicamente sem refletir no mistério que ele encerra, nas verdades teológicas contidas e suas palavras. Esquecemos que são palavras saídas da boca de Deus e que nos ao rezarmos estamos retornando-as aos seus ouvidos. Precisamos resgatar a sublimidade misteriosa desta prece, a Oração do Senhor Jesus.
2. Os discípulos vendo como Jesus rezava concluíram que jamais eles tinham realmente rezado.
Tiveram um grande desejo de aprenderem a rezar e Jesus lhes deu sua mesma oração. O Pai Nosso é a oração do Chefe que se difunde por todos os membros, que foram o Corpo  que é a Igreja. É como uma enorme  onde que nasce na Oração do Senhor, difunde-se pelos séculos, cada vez mais se avolumando. É um tsunami que cresce cada vez mais dependendo de cada cristão.
Semelhança entre o Pai Nosso e a Eucaristia. Na Eucaristia o Cristo se entrega ao Pai pelos homens, serve está presente nomeio da humanidade, apresentando-a ao Pai. Eu estou no meio de vós como Aquele que serve (Lc 22,27). No Pai Nosso a presença de Jesus se perpetua em meios aos cristãos, através de sua Oração. Eu estou no meio de vós como Aquele que ora.
Na Eucaristia há uma comunhão,  comum união no Corpo de Cristo. No Pai Nosso uma comunhão através da Oração do Senhor.
O Pai Nosso é o Evangelho resumido que brotou da boca D`Aquele que é o Evangelho em pessoa.

Ø Como rezo o Pai Nosso?
Ø Meu espírito, minha inteligência estão convencidos, abertos para recenhecerem que são palavras do próprio Deus?
Ø Procuro, como os discípulos, pedir ao Senhor que me ensine a rezar?













Oração
Senhor Jesus, Tu viveste uma intensíssima intimidade com Deus, a Quem chamavas “Abbá”, com a confiança familiar que esse nome comporta. Mas quiseste viver também em grande intimidade connosco. Pela Incarnação, tornaste-Te nosso vizinho, amigo, irmão. Pela Eucaristia, quiseste permanecer connosco até ao fim dos tempos. Assim continuas a partilhar a nossa vida e a nossa sorte. Assim queres ser nosso companheiro, nosso alimento de caminhada, nossa luz e nossa força. Obrigado, Senhor! Obrigado! Amém.